O PIN reúne uma equipa experiente e coesa, de mérito reconhecido dentro e fora de Portugal, unida em torno do ideal de servir as crianças e as suas famílias na luta contra a discriminação de quem é diferente ou mais frágil. Para nós, não existem crianças problemáticas, mas sim crianças com um problema.
De bom grado aceitamos o desafio de o identificar e minorar o seu impacto. PIN é uma afirmação que se prende ao peito, e onde está inscrita a mensagem que queremos transmitir. Não só por pensar que é importante, mas porque se acredita que é possível passar a outros algo que erguemos como bandeira, ou melhor ainda, como convicção. PIN é também o número que escolhemos porque é nosso, pessoal, único. Vivemos numa era onde o sentimento não tem nome, e o sofrimento não tem rosto. Para nós, cada criança ou família tem um nome, e uma face.
PIN é também o alfinete que fixa, e pode ser uma ideia com que um objeto frágil se casa, para revelar a sua importância. Se estamos juntos é porque compreendemos os valores da solidariedade, que também são os da família.
Acreditamos que nenhuma criança é uma ilha desligada da escola e dos seus pais e irmãos, pelo que se a queremos ajudar, temos de ser solidários com os lados iguais deste triângulo.
Acreditamos que uma criança é um ser em transformação e por isso necessita de quem não faça juízos definitivos. Acreditamos que uma criança é um ser multifacetado e por isso carece de um Centro que reúna diversas competências. Acreditamos sobretudo que, se na sua família ou instituição, existe uma criança em dificuldades,
e família como sendo únicas, e como tal merecendo a atenção reservada a pessoas excepcionais.
que o objeto da nossa intervenção não é o indivíduo singular estacionado no tempo, antes um ser em transformação, num equilíbrio instável com o seu meio ambiente, nomeadamente a família e a escola.
e familia com a dignidade devida a quem procura auxílio.
reconhecer que cada criança e família, tal como cada um de nós, alberga complexidades que apenas a inteligência, a empatia, a dedicação e o tempo, permitem aproximações à verdade.
aceitar que a verdade de hoje é o irrisório de amanhã, pelo que afirmamos como seguro, deverá ser temperado pela busca de respostas alternativas.
a imperfeição como inevitável, a excelência como meta.
é o sucesso
que não há crianças problemáticas, mas sim crianças com problemas que nos compete decifrar e acompanhar.
Progresso Infantil, a criança e a sua família estão em primeiro lugar, depois a instituição como símbolo de valores universais, e por último os interesses individuais de quem lá trabalha com o objectivo de servir quem é maior do que nós.
que o privilégio de trabalhar com pessoas excepcionais, traz consigo a responsabilidade de deveres excepcionais.